Instrumentos à Venda
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Construção – Restauração
Manutenção – Aluguel
Avaliação – Compra e Venda
Especializado em Contrabaixos
desde 1980
Segunda à Sexta das 10 às 12 e das 14 às 17
Somente com hora marcada
Rua Marselhesa 387
Vila Mariana – SP
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© Copyright – 2021 – Paulo Gomes – All rights reserved
Todo adulto sabe da importância de se fazer manutenções periódicas em qualquer objeto.
No caso de instrumentos musicais, principalmente os de madeira, essa manutenção pode significar a diferença entre um instrumento em excelentes condições de uso, por alguns séculos, ou a ocorrência de danos permanentes e sua destruição.
As variações constantes de temperatura, umidade, acidez, entre outros fatores, fazem com que as partes tenham comportamento diferenciado, conforme a madeira utilizada.
Um contrabaixo é constituído de várias espécies de madeira. Cada uma reagindo de maneira diferente. Isso causa movimentações e distorções em certas regiões do instrumento.
Além desses fatores, existe o desgaste natural do espelho, das fibras do cavalete, da resistência da barra harmônica, entre outros, que devem ter acompanhamento.
A cola utilizada na luteria é uma cola orgânica, animal, e sofre com calor e umidade. Isso faz com que algumas regiões comecem a descolar.
Caso isso não seja observado logo no início, um dano mais sério pode ser causado ao instrumento. O mesmo pode ocorrer com restaurações anteriores, as quais devem ser acompanhadas periodicamente.
For fim, a limpeza de um instrumento influi em sua sonoridade. Muitos músicos preferem que esse trabalho seja feito por especialistas no instrumentos, para que, além de ter limpeza correta, todos os fatores já citados sejam observados.
O ideal seria que seu instrumento fosse levado a um atelier especializado para manutenção e limpeza, no mínimo, a cada dois anos.
Lembre-se que a vida de um contrabaixo pode ser muito mais longa do que a de várias gerações de músicos, desde que bem preservados.
Designed by Paulo, our soft cases are well padded and contain many handles for facilitating transportation. It can be carried both on the side of the body, with a shoulder strap, or behind your back, like a backpack
They also have compartments for bows, notebooks and scores, cables, pedals, rosin, tuners, wheels and others.
Made with the best material available in the market, which is imported exclusively for our shop, the cases are padded all around, with extra protection around the bridge and the head. It is a waterproof material, allowing transportation even on rainy days.
The whole design was created with security and comfort in mind.
It makes taking the instrument in and out of the car much easier, as shown in the pictures, and the bass stays safe the whole time.
We have cases on the sizes 3/4 and 4/4, but it is also possible to get a custom size case if your bass has an uncommon size or shape.
All that is needed is sending us the measurements of your bass as shown in the picture above.
Luiz Chaves
Guardo a saudade de meu querido amigo Luiz e por isso deixo estas páginas, para sempre lembrar de um Luiz alegre e feliz com seu instrumento, o qual eu construí com tanto orgulho.
Luiz era uma pessoa carinhosa e gostava muito de passar tardes no atelier conversando e rindo com a gente.
Na sequencia, fotos da construção desse instrumento.
Tocar o instrumento, antes de se envernizar, é uma das vantagens em se encomendar a construção, pois alguns ajustes podem ser feitos.
O processo de envernizamento com verniz preparado por nós, com fórmula própria.
Entre uma demão e outra, o instrumento toma o sol da manhã e do final da tarde.
O esperado dia de retirar o instrumento e levar para casa.
O 1° show do Zimbo Trio com o contrabaixo.
Possuímos alguns instrumentos para ceder a nossos clientes PROFISSIONAIS, e que tenham apenas um contrabaixo, durante o período em que este instrumento se encontrar em restauração em nosso Atelier.
Além de ter a certeza da qualidade da restauração, nossos clientes não perdem trabalhos e cachês por falta de instrumento.
Centenas de profissionais já se beneficiaram desse nosso serviço.
Uma vez que sempre temos um grande número de restaurações em andamento, é necessário agendar com antecedência.
Uma vez que existem acidentes e não se pode prever quando uma restauração de emergência será necessária e estamos abertos para atender às necessidades de nossos clientes para que não percam um só dia de trabalho.
Mesmo tendo essa disponibilidade, pedimos garantia pelo baixos cedidos. Infelizmente, existem pessoas que danificam os instrumentos alheios, achando que não tem o menor problema, uma vez que o dono é um luthier e pode restaurá-lo.
Sendo assim, nos damos o direito de ceder instrumentos só a músicos profissionais, para apresentações, salvo exceções e com garantia do valor do instrumento em caso de clientes novos.
Oferecemos, aos clientes que têm dificuldade em trazer seu instrumento ao Atelier, um serviço de retirada em qualquer local da cidade de São Paulo e entrega no local desejado após a restauração.
Trabalhamos com empresa de transporte confiável para transporte a outros estados do país.
Também oferecemos transporte para entrega de instrumentos em teatros e casa de espetáculo.
A taxa para a retirada na casa do cliente e entrega do instrumento depende do local.
Entre em contato e faça sua cotação de preço.
Gary Karr
Em 1992 Gary Karr fez uma visita a nosso Atelier.
Depois de conhecer nosso trabalho e tocar um instrumento, ainda em fase final de construção, o prof. Karr encomendou um contrabaixo no mesmo modelo.
No mesmo dia ele escreveu a seguinte declaração: “…The finest bass maker in Brazil and one of the greatest luthiers in the world…”
A visita desse, que é um dos maiores nomes do contrabaixo mundial, reconhecido internacionalmente e autor de inúmeras gravações para contrabaixo, já foi uma honra e um prazer, mas a intenção de comprar um instrumento nosso foi uma prova de reconhecimento maior que qualquer elogio.
O instrumento, com modelo criado por mim, foi construído com base na técnica da escola italiana de meu mestre Enzo Bertelli e com a experiência adquirida em décadas de trabalho.
Gary Karr tocando um de nossos instrumentos, ainda sem verniz, alguns dias depois de encomendar a construção de seu próprio contrabaixo.
Na construção desse instrumento, foi utilizado material de primeira qualidade, assim como em todos os nossos contrabaixos.
O fato de ter uma encomenda de um dos maiores contrabaixistas do planeta fez com que todo o trabalho fosse realizado com enorme prazer e alegria.
O prof. Karr gostou muito do modelo, ainda sem verniz, que experimentou no Atelier e pediu que seu instrumento tivesse o mesmo desenho.
Quando se constrói um instrumento por encomenda, todos os detalhes são levados em conta.
É necessário que o músico sinta-se completamente bem, portanto algumas medidas devem ser tomadas antes de iniciar a construção.
Cada ser humano tem um padrão ergométrico próprio, que deve ser observado ao se construir um instrumento.
Fiz um detalhe, na base da noceta, para personalizá-lo.
Cada instrumento que faço tem uma marca que o diferencia dos outros, e nesse eu incrustei em ébano o logotipo de Gary Karr.
Quando se faz um instrumento sob encomenda, o acompanhamento da construção e a criação desse tipo de detalhe são de extrema importância.
Fazer esse instrumento foi um dos momentos de maior prazer e evolução em nosso Atelier.
Estive presente em seu concerto de despedida em Indianapolis e Gary sempre foi um grande amigo.
O dia em que Gary visitou o Atelier e encomendou a construção de seu contrabaixo…
… e muitos anos depois, em Indianapolis, EUA.
Foto enviada por Gary Karr alguns anos depois de já estar de posse do novo instrumento.
Algumas opiniões de Gary Karr sobre o instrumento contruído para ele:
“O verniz é realmente belo e de alta qualidade, como o dos antigos mestres.”
“…a madeira é excelente.”
“…é muito prático.”
“O som do baixo é como o de uma voz agradável.”
“…seu trabalho é muito artístico e reflete a alma de um grande mestre.”
“Obrigado por trazer esse baixo ao mundo e obrigado por deixá-lo enriquecer a minha vida.”
“Paulo é um artista da mais alta categoria. Ele trouxe para a arte de construir contrabaixos uma sensibilidade e uma paixão penetrante que não apenas realça a beleza de nosso instrumento mas abrange o instrumentista também.”
“O mais eminente construtor de contrabaixos do Brasil e um dos maiores Luthiers do mundo.”
“Estou honrado em conhecê-lo.”
Marcos Machado
Marcos é natural de Bagé, Rio Grande do Sul e desenvolve carreira internacional atuando como solista, professor e músico de câmara.
É professor de contrabaixo erudito e jazz na University of Southern Mississippi em Hattiesburg e spalla da Meridian Symphony Orchestra.
Um virtuoso dotado de talento e musicalidade impressionantes.
Detalhe da borda em estilo “rope“.
O fundo sendo filetado.
Para personalizar, fiz uma letra M no final do espelho e, mais tarde, outro M no final do estandarte em negativo com o espelho.
O contrabaixo montado, tocando e pronto, antes de seguir para a câmera de Ultra Violeta e, depois, ser envernizado.
A beleza das realmente impressiona.
O contrabaixo pronto, no dia em que o Marcos veio dos EUA para pegá-lo.
A borda é levemente mais clara que o restante da madeira, dando um contorno muito suave.
Um momento especial. Tocar, pela primeira vez, um contrabaixo feito exatamente como o esperado.
Veja vídeos da estreia deste instrumento clicando aqui.
Matthieu Hébrard
Os instrumentos do francês Matthieu e do nosso Sizão Machado foram construídos juntos.
O do Matthieu é um 7/8 de 4 cordas e o do Sizão um 3/4 de 5 cordas.
São baixos que consideramos “irmãos”.
Matthieu no dia em que o baixo tocou pela primeira vez e estava pronto para ser envernizado.
O baixo na câmara de luz Ultra Violeta, sendo “bronzeado” antes de ser envernizado.
Com o verniz já seco no dia em que o baixo foi embora do Atelier.
É difícil quando o instrumento vai, finalmente, para sua nova casa, mas o prazer de ver um músico satisfeito é muito grande.
Sizão Machado
Parece que o Sizão está muito contente com a construção de seu baixo.
Construir um instrumento para um músico desse nível é uma honra e uma grande satisfação para nós.
Detalhes da colocação do filete e as pontas já filetadas.
O respeito mútuo e o carinho entre amigos, faz de nosso trabalho um prazer sem comparação.
Uma das vantagens de se encomendar um instrumento, é o acompanhamento da construção e a possibilidade de se tocar o baixo antes do verniz, possibilitando alguns ajustes de gosto pessoal.
A seguir, algumas fotos do instrumento já terminado.
Todos os detalhes que fazem de nossos contrabaixos peças únicas.
A alegria estampada no rosto de nossos clientes, nos dá a certeza de um trabalho bem realizado.
Veja vários shows do Sizão, com seu baixo, aqui.
Saiba mais sobre o Sizão Machado em texto de sua própria divulgação:
Artista autodidata, criador de uma linguagem musical que vai muito além do universo de seu instrumento, o baixista Sizão Machado é reconhecido internacionalmente, em suas atuações ao lado de Chet Baker, Herbie Mann, Elis Regina, Jim Hall, Chico Buarque, Dori Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Ivan Lins, Joyce, Flora Purim e Airto Moreira, Roberto Menescal, Noite Ilustrada, Jean & Paulo Garfunkel, Família Jobim, Paulo César Pinheiro e muitos outros, imprimindo sempre a sua marca por onde toca.
A concepção, a rítmica, as harmonizações “violonísticas” transpostas para o contrabaixo, aliadas a um extremo bom gosto e sofisticação, fazem com que seu estilo inconfundível seja reconhecido em qualquer gênero musical. Isso é um privilégio de poucos e bons instrumentistas.
Além de sua atuação nos palcos do mundo, Sizão participou da gravação de mais de uma centena de discos com os mais variados artistas. Em seu disco-solo, Quinto Elemento, Sizão Machado reuniu composições próprias e músicas escolhidas a dedo ao longo de sua eclética carreira. Destaques para Stanats, um tema inédito do maestro Moacyr Santos, Amparo/Olha Maria, de Tom Jobim, Chico Buarque e Vinícius de Moraes, gravado com seis contrabaixos, e Anu Preto, Quinto Elemento e Samba da Mãe, de sua autoria.
Atualmente, além de dirigir seu próprio estúdio, o In Sonoris, Sizão apresenta seu trabalho com formações variadas ao lado de grandes instrumentistas e acompanha as apresentações e gravações do Quinteto Sambazz, Terrêro de Jesus, do cantor Renato Braz, dos compositores Celso Viáfora e Jean & Paulo Garfunkel.
Sizão Machado ministra aulas de sensibilização musical, prática de banda e instrumento no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (antiga Universidade Livre de Música – ULM) e na Faculdade Souza Lima Berklee.
Jorge Helder
Músico de talento reconhecido internacionalmente, Jorge dispensa apresentação para qualquer contrabaixista.
Construir esse instrumento aumentou nossa amizade.
A voluta, recém esculpida e uma das pontas do tampo, já filetado.
Durante todo o processo do verniz o contrabaixo é colocado alternadamente no sol fraco da manhã e da tarde.
O baixo já quase pronto, na sala de verniz, secando junto a outros instrumentos na mesma fase.
Jorge já fez muitas gravações e concertos com seu novo baixo.
Não foi só o Jorge que ficou apaixonado pelo instrumento. A “Esquerda Caviar” também reconhece um bom instrumento e, durante temporada em São Paulo, Chico Buarque teve o prazer de “tocar” nosso baixo.
Uma vez que somos o único atelier no país especializado em contrabaixo, é natural que para cá venha a maioria dos instrumentos disponíveis no mercado.
Quem quer vender prefere levar seu instrumento a um especialista estabelecido a tentar a venda apenas entre amigos ou colocando anúncios.
Quem quer comprar tem uma variedade maior de instrumentos, já separados por categoria e preço, num Atelier especializado.
Antes de fechar qualquer negócio, é aconselhável levar o instrumento a um luthier especializado, para que ele avalie a compra com correção. Nós não cobramos nada por esse serviço de orientação aos clientes.
Os professores de contrabaixo NÃO são habilitados para uma avaliação desse tipo e, certas vezes, podem ter interesse financeiro numa venda.
Lembre-se que quando você vai comprar um carro você o leva a um mecânico, para que ele o avalie, e nunca você o levaria a um professor de autoescola para esse trabalho.
Veja a página de instrumentos usados que temos à venda clicando aqui.
Edvard Debess
Mais um músico do exterior encomendando a construção de um novo Contrabaixo.
Esse é Edvard Nyholm Debess. Contrabaixista das Ilhas Faroe (próximo à Dinamarca).
Edvard veio ao Brasil encomendar a construção de seu novo instrumento e passou mais de uma semana em nosso país.
Seu baixo foi construído e ele veio novamente, para pegar o instrumento, pronto em fevereiro de 2006.
Edvard experimenta um baixo construído no Atelier e confirma as expectativas que já tinha quanto ao instrumento.Seu novo baixo seria um 3/4 com 4 cordas.
Tocando com Célio Barros.
A sala de visitas se encheu com o som de dois instrumentos construídos por Paulo Gomes.
Essa é Tórshavn, cidade natal de Edvard nas Ilhas Faroe.
Apesar de ter morado em outros locais sempre retornou a suas raízes.
Além de contrabaixista de jazz, Edvard é spalla na Faroese Symphony Orchestra, compõe as músicas de seus CDs e escreve música para as mais diversas formações.
Edvard conhece um pouco de nossa música pois faz parte do Gismonti Project com Egberto Gismonti, Jonas Johansen e Flemming Agerskov.
Edvard no Atelier, tocando o instrumento já completamente pronto.
Edvard é um músico de muito talento e um cara muito legal.
Ele veio com sua família e nós nos tornamos grandes amigos.
Birgit (esposa), Edvard e Edna conhecendo um baile de carnaval.
Birgit, Lisa, Iben e Edvard.
A família toda, junto com Paulo, num restaurante.
Esse é o primeiro email que o Edvard enviou, quando chegou em casa com o instrumento:
“Hey Paulo, um milhão de agradecimentos por toda sua ajuda, gentileza e hospitalidade, quando estivemos em São Paulo.
Todos vocês tornaram a nossa estadia memorável para toda a família :-)
Tivemos uma viagem maravilhosa ao Brasil e aproveitamos cada minuto!
O baixo passou pela jornada sem um arranhão, e eu nem paguei nenhum excesso de peso em lugar nenhum.
Chegamos na quinta-feira, e já na sexta-feira à noite comecei uma sessão de estúdio com o novo baixo.
Eu pretendia gravar com 2 tubemics, mas acabei gravando com apenas um microfone e soou muito bem.
O tom é tão claro, limpo e articulado, e os tons profundos vão se desenvolvendo o tempo todo. Quanto mais toco, mais encorpado o som fica!
Além disso, a forma, o tamanho e o verniz combinam muito bem comigo, então, se você pretendia colocar um pouco da minha personalidade musical neste instrumento, acho que foi muito bem-sucedido.
Excelente trabalho Paulo. Obrigado pelo seu grande esforço neste baixo.
Agradeço muito e cuidarei bem do instrumento!”
Daniel Marques
Mais um instrumento que foi construído para “morar” no exterior.
Esse baixo foi encomendado pelo Daniel Marques, que vive na Florida, EUA.
Uma vez que estava longe durante toda a construção, ele não pôde acompanhar pessoalmente o trabalho.
Para aumentar o desafio, o Daniel é canhoto e eu mesmo tive que “tocar” o baixo, para fazer o melhor setup.
Para mim, é muito difícil tocar alguma coisa com as cordas invertidas, mas o desafio foi o melhor incentivo.
Detalhes das pontas com encaixes perfeitos.
O baixo do Daniel, um 7/8, atrás do 3/4 de Marcos Machado. Os dois baixos foram construídos juntos.
A alegria de se criar um instrumento está sempre presente, em todas as fases da construção.
O único problema é que, como o Daniel é canhoto, o baixo tem a barra harmônica e a alma invertidas e assim, com as cordas também invertidas, é impossível tocar qualquer coisa.
Espero ter fotos do Daniel tocando o instrumento para colocar aqui.
Este baixo é mais um dos que vai para longe e é sempre difícil ver os instrumentos partindo.
Aproveitando mais um período de trabalho em Nova York, eu mesmo levei o instrumento para os EUA e o entreguei ao Daniel, no Blue Note, onde fomos ver meu amigo Ron Carter.
Foi uma noite muito especial para ambos.
Como Encomendar a Construção de um Contrabaixo Acústico
É fácil encomendar a construção de um Contrabaixo e ter um excelente instrumento por um preço justo.
Para construir um instrumento são necessários cerca de 6 meses de trabalho totalmente artesanal. O material é importado e da melhor procedência e qualidade.
Basta que o interessado entre em contato com a gente. Existe sempre uma fila e os instrumentos são construídos na ordem de encomendas.
São levados em conta o tipo de música que será executada e o tamanho do músico, entre outras particularidades.
A maior parte dos instrumentos que construímos nos últimos anos, já conta com nosso Sistema de Braço Móvel e Regulável.
Todo período da construção pode ser acompanhado pelo músico passo a passo, pessoalmente ou online.
Veja nesse site alguns instrumentos construídos em nosso Atelier.
Violino Serpente 1993
Esse violino foi construído sob encomenda, para meu amigo Atilio Marsiglia.
Depois de terminado um inesto – trabalho onde se troca o braço do instrumento mantendo a voluta original – para o contrabaixo Clodot de Luiz Chaves, o material restante foi aproveitado para a construção desse violino.
O fundo, o braço e as faixas são da mesma peça de madeira: Acero (maple).
O tampo é de Abeto de primeira qualidade e os acessórios são de Ébano.
Eu já havia feito alguns esboços de um instrumento “serpente” e coloquei esse modelo como condição para que eu voltasse a fazer um violino (fiz 4 enquanto aprendia com Bertelli), pois um violino “padrão” como os outros não me interessava fazer.
Na voluta foi feita a cabeça de uma naja, estilizada, com expressão de atenção e preparando o bote.
Os Fs (Aqueles cortes que todo instrumento de arco tem no tampo chama-se F) completam o estilo do instrumento, pois foram substituídos por duas serpentes erguidas e encarando-se.
Construir um instrumento diferente daquele no qual se é especialista é um desafio e um aprendizado sem igual.
Somente os anos aprendendo apenas a trabalhar com violinos, com meu mestre Bertelli, é que permitiram que eu realizasse esse trabalho.
Esse é o único violino construído em meu Atelier e não pretendo construir outro – o que aumenta ainda mais o seu valor.
Para fazer a cabeça pesquisei vários tipos de cobras e achei na naja a forma ideal. Ela tem aquela aba em sua cabeça, e isso tornou as linhas ao mesmo tempo estilizadas e realistas.
A expressão e a postura da serpente dão altivez ao instrumento e a beleza do material enobrece suas linhas.
A tentação de colocar detalhes demais sempre fica presente mas é preferível deixar apenas alguns, que diferenciem o instrumento, sem comprometer em nada sua sonoridade e beleza.
Os Fs foram desenhados segundo o modelo de Stradivarius de 1689 e depois apenas modificados em suas pontas para transformarem-se em serpentes.
Isso faz com que haja o mesmo efeito pretendido no corte de um F normal.
À primeira vista, o instrumento passa por um modelo padrão, mas assim que se fixa o olhar já se notam as formas diferentes.
Contrabaixo para Crianças
A maior parte dos grandes músicos inicia seus estudos antes da adolescência.
Alguns, casos mais raros, chegam ao primeiro contato com seus instrumentos aos cinco, quatro e até três anos de idade, de forma que, ao atingirem a maioridade e o profissionalismo, tais músicos já contam com mais de dez anos de estudos específicos no instrumento.
Isso lhes vale aprimoramento técnico e artístico, para atuarem em concertos ou ingressarem em orquestras sinfônicas, de câmara, bandas sinfônicas ou ainda como solistas de nível internacional.
Nos instrumentos de grande porte, o estudo só é possível quando o jovem já tem idade e tamanho suficientes para iniciar o aprendizado prático.
Esse é o caso do contrabaixo e a razão da criação desse modelo para crianças.
O problema do contrabaixo é bem fácil de ser observado, sobretudo nas orquestras jovens, onde podemos ver crianças com menos de sete anos tocando violino, flauta ou outros instrumentos, enquanto que os contrabaixistas têm, no mínimo, dezesseis ou altura suficiente, ou seja: dez anos a mais.
Apesar de ser mais simples em sua construção, o instrumento é todo escavado à mão e não tem nenhuma parte feita em madeira compensada.
As proporções de suas medidas foram calculadas visando um desenvolvimento normal da técnica de contrabaixo, com afinação e tensão das cordas correspondentes às do instrumento ¾ ou do inteiro, de modo que a passagem para um instrumento maior é a mais natural possível.
A inexistência desse tipo de instrumento faz com que haja interesse e necessidade por parte dos educadores da área musical.
No Brasil temos um grande número de orquestras jovens e conjuntos de câmara, onde esse pequeno contrabaixo é uma necessidade.
Temos centenas de conservatórios espalhados pelo país, além dos profissionais que se dedicam a dar aulas particulares e podem iniciar crianças menores.
O contrabaixo para crianças evita que os jovens contrabaixistas iniciem seus estudos no violoncelo, o que significa uma técnica totalmente diferente.
O garoto nas fotos é meu sobrinho Renato Burin aos 9 anos.
Slide Guitar
Aproveitei um barril de cerveja de 5 litros para fazer esse instrumento.
O braço é feito em uma só peça, junto com o que seria o tampo do instrumento, e foi reforçado com barras de fibra de carbono.
A escala foi feita em peça separada.
Fiz desenhos com ébano, para dar um ar de instrumento havaiano, uma vez que esse tipo de instrumento também é conhecido como guitarra havaiana.
Instalei um captador, o jack e os botões de volume e grave/agudo na lateral da lata.
É possível ver as duas barras de carbono atravessando o buraco do tampo do instrumento por baixo das cordas.
É um instrumento divertido de ser tocado.
Essa guitarra havaiana foi usado no vídeo comemorativo dos 40 anos do Atelier.
Veja aqui esse instrumento em ação.
Baixo Elétrico 1996
Construí para mim mesmo e é o único instrumento do tipo feito até hoje no Atelier.
Uma vez que sempre gostei muito de tocar baixo elétrico, além do acústico, e só tinha um de 4 cordas, resolvi fazer um de 5 cordas para mim.
A 5ª corda era um Si (B) grave, portanto sua afinação era: Sol, Ré, Lá, Mi, Si. Depois passou a ser afinado com a 1ª corda aguda (um Dó) ficando Do, Sol, Ré, Lá, Mi.
Nesse instrumento foram utilizadas madeiras de 3 continentes: Maple da Europa, Wenge da Africa, Pau Santo e Grumixava da América.
O corpo é feito em 7 partes intercaladas sendo 3 peças de Pau Santo e 4 de Grumixava.
No braço foi utilizado o Maple (4 peças) também intercalado com Mogno (3 peças).
A escala é de Wenge com marcações em Abalone e trastes de liga de latão.
As tarraxas são Gothoh, bem como a ponte.
Os captadores são Seymour Duncan Soapbar ativo e uso cordas Rotosound.
O desenho do modelo foi criado por mim, buscando um instrumento leve e confortável.
Depois de fazer alguns contrabaixos acústicos, esse trabalho me pareceu extremamente simples e fácil.
O corpo do instrumento, mesmo sendo feito em 7 partes, é muito simples, pois é maciço e não necessita de cálculos de espessura e outras coisas comuns no instrumentos acústicos.
O braço é macio e confortável tendo seu peso bem balanceado para que o instrumento não caia para frente como ocorre com a maioria dos instrumentos de 5 ou 6 cordas.
Tocar esse instrumento é um de meus hobbies.
Viola da Gamba 1991
A Viola da Gamba, assim como toda a família das Gambas, foi a precursora do contrabaixo juntamente com a família dos violinos. Isso é fácil de se observar:
– Contrabaixos com fundo chato, com uma dobra na parte superior e sem pontas na faixa central, vem da Gamba.
– Contrabaixos com fundo escavado e com pontas na faixa central, são “descendentes” do violino e sua família.
Eu faço meus contrabaixos dentro do modelo italiano, seguindo a linha da família do violino.
Essa Viola foi encomendada por Eduardo Klein.
É uma Viola Baixo de 7 cordas, renascentista.
O tampo desse instrumento foi feito utilizando o material que seria jogado fora na construção de um tampo de contrabaixo.
Antes de fazer o corte para o tampo do contrabaixo, eu desenhei e desenvolvi um sistema de serrotes curvos.
Trabalhando com extremo cuidado durante uma semana, retirei as duas peças que seriam esse tampo de Gamba de dentro de uma peça de onde normalmente sairia apenas um tampo de contrabaixo.
Aproveitar ao máximo material tão nobre deve ser uma meta e um dever na prática de um luthier.
Vários detalhes foram levados em consideração para que se mantivesse fiel à época, mas aproveitando os benefícios das descobertas posteriores no campo da luteria.
Toda melhoria que o desenvolvimento da técnica da luteria nos trouxe, desde a época das primeiras Gambas até hoje, foi utilizada nesse instrumento.
O encastro do braço (encaixe no corpo do instrumento), na época impreciso, frágil e feito com cravos de ferro batido, foi feito como os instrumentos ditos “modernos”: com precisão, resistência e apenas com um encaixe perfeito e cola.
A voluta é bem diferente dos instrumentos modernos.
Além de ter um design diferente, destaca-se o fato de ser vasada.
O modelo dessa viola foi desenhado por mim, baseado em textos sobre o assunto que pesquisei na época.
Esculpir essa voluta foi um prazer muito grande. Não só pelo desafio, mas também pela beleza do material e do modelo.
Outro detalhe, bem diferente dos instrumentos modernos, é o modo como o estandarte se fixa ao instrumento.
Na Gamba não há espigão (a haste regulável que existe nos contrabaixos e violoncelos) e nem rabicho (o cabo, normalmente de aço, que prende o estandarte ao espigão).
O estandarte é fixado por um encaixe de madeira incrustrada no instrumento.
Os instrumentos barrocos e renascentistas sempre tiveram muitos enfeites e filetes.
Essa viola foi filetada com o instrumento já fechado.
Para diferenciá-lo, coisa que sempre faço quando construo um instrumento, fiz um detalhe que à primeira vista parece apenas decoração e acabamento para o fundo da viola.
Uma vez que o músico que encomendou o instrumento chamava-se Eduardo Klein, resolvi fazer um anagrama com suas iniciais no filete.
Queria dar um acabamento mais rebuscado no filete na região da noceta, mas para que o desenho continuasse simétrico, fiz com que as iniciais E e K só fossem percebidas olhado o instrumento de lado.
Na foto acima se pode ver as letras EK saindo de dentro do desenho.
Se você vai viajar ou se ausentar por um tempo prolongado, seria prejudicial ao seu instrumento se ele ficasse fechado dentro de uma casa vazia, sem ser tocado ou sem poder “respirar”.
Por isso oferecemos o serviço de guarda de instrumentos.
Voce pode viajar tranquilo para seu curso no exterior, por exemplo, e ficar sossegado pois sabe que seu instrumento está em mãos experientes, que vão mantê-lo limpo e sendo tocado regularmente, caso seja de seu agrado.
Os instrumentos ficam felizes quando estão entre amigos!
Também guardamos cases para baixos.
É impossível viajar com segurança, com um contrabaixo, sem o uso de um bom hard-case.
Bons cases para baixo são caros e nem sempre compensa o investimento, para o músico que viaja eventualmente.
O tamanho e a necessidade de um local para guardar o case, tornam o aluguel uma opção viável e cada vez mais utilizada.
Nós possuímos vários cases, mas é bom reservar com antecedência.
Marc Johnson é nosso amigo há muito tempo e é um daqueles exemplos de grandes contrabaixistas que eu admirava, tirava solos e tinha álbuns, e se tornaram clientes e amigos com o passar dos anos.
A primeira vez que ele me visitou, quando eu o conheci, foi em 1987.
Marc veio ao Atelier junto com meu grande amigo Luiz Chaves.
Criando essa página e encontrando essa foto, percebi que esse contrabaixo sendo construído, que aparece à direita, é o baixo que, anos depois, Marc usaria para gravar Overpass.
A carreira desse músico excepcional é marcada por bom gosto e qualidade.
Uma olhada nos grupos que criou ou participou, já são uma declaração de seu talento e capacidade.
Para quem não o conhece, basta dizer que, aos 25 anos, ele estava no trio de Bill Evans.
Em 2021 ele lança seu primeiro álbum solo, o CD Overpass.
Nesse trabalho Marc toca um contrabaixo construído por Paulo Gomes.
Desde que nos conhecemos, Marc, quando está no Brasil e região, pega um de nossos instrumentos para se apresentar ou estudar. O baixo usado nesse trabalho é um 7/8 construído em 1990.
Esse contrabaixo tem nosso Sistema de Braço Móvel e Regulável, o que torna a regulagem da altura das cordas muito fácil e prática, podendo ser ajustada de acordo com a música executada.
Marc tocando nosso instrumento, ao vivo, no Blue Note.
Não é necessário comentar sobre a alegria de ver esse trabalho realizado com um de nossos instrumentos.
Alguns anos antes, Ron Carter também havia gravado com o mesmo contrabaixo, embora não um álbum solo, e a alegria foi a mesma.
Parte da descrição do álbum Overpass:
Se Overpass aborda a história musical e pessoal, também é a resposta imediata de um improvisador aos eventos que o cercam.
As viagens de Marc Johnson ao redor do mundo às vezes resultam em encontros com instrumentos notáveis: em São Paulo ele se deparou com um contrabaixo excepcional, construído pelo luthier Paulo Gomes, que posteriormente se tornou seu instrumento de escolha cada vez que esteve na região.
O próprio som do baixo, com sua ressonância encorpada, também foi um fator determinante para a natureza da música executada.
Em “Yin e Yang”, a improvisação parte dos harmônicos produzidos ao dedilhar as quatro cordas deste baixo. “A continuidade foi criada permitindo que o som das cordas decaísse até o próximo ataque. Gravei primeiro uma longa série de ataques e decaimentos, e então improvisei uma melodia e alguns efeitos com arco. Esta peça é o resultado. ”
Thomastik Spirocore Normal Orchestra ou Solo.
A melhor corda para pizzicato (jazz) também usada por muitos músicos que tocam com arco.
Com essas cordas seu baixo vai “roncar” de verdade!
Pirastro Flexocor Orchestra e Solo.
Para quem toca com arco, como solista ou em orquestra.
La Bella Professional Jazz Strings.
Cordas de metal recobertas com nylon transparente.
Muito confortáveis, principalmente para a mão direita, com brilho e potência. Soa muito bem do pianíssimo ao forte.
Se você usa outro tipo de cordas nós podemos importar pra você.
Arco modelo alemão em pau-brasil
octogonal
cod: AA1
Arco modelo alemão em pau-brasil
arredondado
cod: AA2
Arco modelo alemão em ipê
arredondado
cod: AA3
Arco modelo francês em pau-brasil
octogonal
cod: AF1
Arco modelo francês em pau-brasil
arredondado
cod: AF2
Temos arcos para violoncelos também.
Quiver é aquela bolsa onde os índios levam suas flechas nas costas, sempre prontas para serem alcançadas.
Essa peça é feita para ser usada por músicos que usam arco.
Você terá um local prático e seguro para repousar seu arco, quando não está em uso, durante seus ensaios ou apresentações.
Para músicos de orquestra ela é necessária pois, nos intervalos, quando não se está tocando ou em longas passagens em pizzicato, o arco não fica sobre a estante ou outro local não apropriado, o que pode ocasionar acidentes.
Para músicos populares que também usam arco é imprescindível pois é necessário o rápido acesso ao arco.
A devolução do mesmo para um local de fácil acesso e seguro também é garantida.
Quem costuma fazer gravações já deve ter sentido a necessidade de trabalhar sem fazer ruídos quando manipula o arco.
A instalação é simples e rápida e a mesma peça pode ser usada em outros instrumento, embora o ideal seria ter uma para cada contrabaixo.
Nosso Bow Quiver é feito em nylon, o que garante durabilidade. Esse é o mesmo material usado em nossas capas.
O interior da peça é feito em material liso e delicado garantindo a proteção da ponta do arco pelo atrito. As cartucheiras feitas em couro costumam desgastar o verniz e “ralar” a madeira da ponta do arco.
Essa peça é para toda a vida. Você nunca mais vai ter problemas quando usar seu arco e nem poderá imaginar como você trabalhava sem ela antes.
Breu marca POPS’ importado dos EUA.
Breu marca NYMAN-HARTS importado da Suécia.
A escolha do breu, assim como as cordas, captadores ou amplificadores, é uma questão de gosto e preferência pessoal.
Trabalhamos com breus POP’S americano e NYMAN – HARTS sueco.
Com desenho de Paulo Gomes, nossas capas tem várias alças para você ter mais opções ao carregar seu instrumento e colocá-lo ou retirá-lo de seu carro.
Possui compartimento para arco, para cadernos e partituras, para cabos, pedais, breu, afinadores, documentos, carteiras, rodas e o que você quiser guardar.
Feitas do melhor material do mercado (importado), e com exclusividade para nosso Atelier, as capas tem acolchoado de proteção em toda extensão e um reforço especial na região do cavalete e da voluta.
O material é impermeável e você pode colocar ou retirar o instrumento do carro durante mau tempo sem perigo algum.
As capas podem ser carregadas no ombro, ao lado do corpo, ou nas costas, como uma mochila, o que deixa as duas mãos livres.
Tudo foi desenhado e manufaturado para dar o máximo de segurança para o instrumento e conforto para o músico.
Como todos os produtos e serviços vendidos em nosso Atelier, essas capas são de primeira qualidade e com padrão internacional.
Veja como é fácil colocá-lo e retirá-lo de seu carro usando as alças especialmente desenhadas para isso.
Seu contrabaixo fica totalmente livre de tensão e do perigo de uma queda.
Melhore sua imagem ao chegar a seu local de trabalho.
Tenha uma boa apresentação ainda antes de começar a tocar.
Temos capas 3/4 e 4/4 e podemos encomendar qualquer tamanho especial para você.
Caso você não tenha certeza sobre o tamanho de seu instrumento, tire as medidas, usando como base a tabela acima e envie para nós.
Bastam estas 6 medidas.
A versão clássica! Manipulação simples.
Dois elementos de piezo são simplesmente encaixados nas aberturas das asas do cavalete, desde que o modelo do cavalete permita.
Este princípio achou muitos imitadores mas o Underwood original ainda é o melhor.
Alguns clientes e nós mesmos tivemos esse captador funcionando perfeitamente por mais de 30 anos.
Os cavaletes que instalamos em nosso Atelier possuem esse tipo de encaixe.
Com esses captadores você poderá tocar em apresentações ao vivo ou gravações, sem o inconveniente de microfonias e feedbacks.
Não requer o uso de pré-amplificador.
Se você gosta de outro tipo de captador, nós podemos importar pra você.
Fale com a gente.
Case leve e resistente para 1 arco – modelo francês ou alemão.
Possui dobradiças e trincos seguros e uma alça para ser carregada na mão.
Você também pode usar a alça que acompanha o case e carregar no ombro.
Transporte seu arco com segurança.
Cavaletes de maple 3/4 e 4/4 importados da Alemanha.
Excelente qualidade.
Esses cavaletes são os apropriados para a instalação de captadores Underwood e outros similares.
O ideal seria ter o cavalete assentado em seu instrumento em nosso Atelier, mas você pode encomendar um cavalete para ser instalado por um luthier competente em sua cidade.
O cavalete é uma peça que suporta as cordas e transmite suas vibrações para o instrumento.
Com o passar do tempo ele sofre desgaste em suas fibras perde suas capacidades pouco a pouco.
É por isso que se nota a diferença após sua troca, que deveria ser feita a cada 5 ou 6 anos.
O cavalete deve ser bem assentado, por um luthier responsável e bem conservado por seu proprietário.
Espelho de ébano importado.
Espelho de ipê feito no Atelier.
Trabalhamos com espelhos importados e fazemos espelhos com medidas especiais para atender a todo tipo de necessidade.
Tradicionalmente o espelho mais utilizado é o de ébano ou ainda o de jacarandá, mas espelhos desse material sentem mais a fricção das cordas e apresentam sulcos nas regiões mais utilizadas.
A única vantagem é que são pretos e seguem um “padrão” já estabelecido, embora hoje em dia muitos padrões preconcebidos estejam sendo revistos.
O espelho de ipê apresenta uma resistência maior a esse tipo de desgaste, devido ao tipo de veios trançados e tem durabilidade maior.
O ideal seria ter o espelho instalado em seu instrumento em nosso Atelier, mas você pode encomendar um espelho para ser instalado por um luthier competente em sua cidade.
Entre as dezenas de orquestras que alugam nossos instrumentos se encontram as seguintes:
Alugamos instrumentos para todo tipo de necessidade:
Todos os contrabaixos mostrados nesta página foram construídos por Paulo Gomes em nosso Atelier em São Paulo.
Alguns dos principais contrabaixistas do mundo, que se apresentaram no Brasil, nas últimas décadas, utilizaram contrabaixos feitos por Paulo Gomes.
Em 2021 ele lançou o álbum Overpass. Um trabalho solo, gravado e com algumas músicas compostas, com nosso instrumento.
Em entrevistas, ele afirmou que “…o próprio som do baixo, com sua ressonância encorpada, também foi um fator determinante para a natureza da música executada”.
A lista de grandes músicos que recorrem a esse tipo de serviço é extensa e aumenta a cada semana. Estes são alguns nomes que consigo me lembrar agora pois são centenas:
Charlie Haden, Buster Wiliams, Ron Carter, Bo Steef, Thomas Bramerie, Ed Schuller, Roger Hines, Jeff Johnson, Jorge Helder, Marcos Machado, Rodolfo Stroeter, Brian Glassman, Bob Bowen, Bronek Suchanek, David Finck, Lázaro Alarcón, Marc Johnson, Martin Pizzarelli, Richard Payne, Jean-Philippe Viret, Arthur Maia, Luiz Alves, Paul Nowinski, Festival de Campos do Jordão, Programa do Jô, Bourbon Street, Free Jazz, Heineken Concerts, Chivas Jazz Festival.
Tenha à sua disposição os instrumentos usados e recomendados pelos melhores contrabaixistas do mundo.
Espigão criado e desenvolvido por Paulo Gomes.
O único no mercado que usa um sistema de alavanca para travar a haste na altura desejada.
A haste tubular não se curva, como as hastes maciças, mantendo o instrumento firme e sem oscilações. Possui tratamento anti ferrugem.
Revestido internamente com cortiça, este espigão não produz nenhum tipo de vibração enquanto você toca.
A borracha na ponteira foi desenhada por Paulo Gomes e é fabricada com exclusividade para o Atelier com borracha natural e não tem metal dentro.
Você pode usar a ponteira de borracha quando tocar em pisos de mármore e similares…
…ou pode usar a ponteira de metal, para tocar em pisos de madeira, carpetes ou tapetes.
Esse espigão é muito mais leve que a maioria dos encontrados no mercado.
Com esse espigão seu baixo vai ficar mais firme e seguro durante sua apresentação.
Não existe parafuso com borboleta de aperto em contato com a haste.
O aperto é feito através de uma alavanca e tem o mesmo princípio de uma lapiseira, para um aperto firme e em qualquer posição. Para soltar a haste basta mover a alavanca.
Você pode ajustar a altura necessária com o instrumento em pé e com uma só mão.
Nunca foi tão fácil o uso de roda como com esse modelo de espigão. Basta soltar a alavanca, retirar a haste e introduzir a roda.
Nossa roda tem o mesmo diâmetro na haste e acopla perfeitamente e com segurança. Além disso você pode colocar a roda em qualquer direção em 360°.
Veja no vídeo abaixo um exemplo de espigão ruim que é um transtorno para o músico.
Nesse tipo de modelo antiquado o parafuso tem que ser apertado cada vez mais o que acaba espanando o parafuso ou a rosca do espigão.
Além disso a haste não tem a firmeza necessária para manter o contrabaixo estável e você é obrigado a colocar o parafuso exatamente onde existe um sulco na haste.
Você não pode colocar o instrumento numa altura entre os sulcos, mesmo que essa seja a altura ideal para você.
Esse vídeo não tem som.
Esse é um dos piores modelos existentes.
Para voltar, basta fechar a aba aberta para o vídeo.
Confeccionamos nossos estandartes leves e com menor efeito de surdina.
Podemos fazer desenhos e medidas especiais e personalizados.
Utilizamos vários tipos de madeira dependendo da sonoridade do instrumento e do que pode ser melhorado.
Esse estandarte foi feito e personalizado especialmente para Ron Carter.
Seu nome esculpido na parte inferior em baixo relevo.
E um desenho que eu retirei de uma camiseta que ele havia me dado muitos anos antes.
Nos instrumentos com braço móvel, o estandarte possui imãs para guardar a chave do braço.
Esse bloco serve para se fixar o jack do captador, deixando o mesmo escondido atrás do estandarte.
Fast-Fret importado dos EUA.
Ideal para manter as cordas de seu baixo sempre limpas e desengorduradas.
Recomendamos a nossos clientes o uso desse produto pois o mesmo faz com que as cordas durem mais que o dobro do que normalmente durariam sem o uso constante de um limpador.
Quando falamos em durar mais estamos falando em termos de sonoridade. É claro que existem contrabaixistas que usam a mesma corda por mais de 8 anos ou até que a corda se quebre, mas isso é questão de gosto.
O uso de um limpador como esse mantém o brilho e a qualidade sonora da corda.
Existem muitos músicos no Brasil, como o Célio Barros, e no exterior que gostam de tocar com as cordas “lubrificadas” com o Fast-Fret. É um produto não oleoso e que torna mais fácil e rápida a digitação para quem está acostumado.
Mesmo que você não queira tocar com o produto nas cordas você deve utilizá-lo depois de tocar e limpar as cordas uma vez por semana, em média, para obter os melhores resultados e fazer suas cordas parecerem novas por muito mais tempo.
Eu uso esse produto para limpar as cordas dos instrumentos em meu Atelier e também gosto de passar nas cordas antes de tocar. Recomendo com segurança o seu uso.
Roda para transporte de Contrabaixo com pneu de borracha macia e câmera.
Ideal para transportar o instrumento sem esforço físico e com segurança.
A pressão de ar pode ser ajustada para que o máximo de impacto seja reduzido, proporcionando segurança para o seu baixo.
Feitas para nosso espigão, mas adaptáveis a qualquer tipo de espigão.
Caso o espigão de seu baixo seja fora das medidas padrão nós adaptamos pra você.
O garfo adapta-se perfeitamente em nosso espigão, sem necessidade de qualquer adaptação e é muito leve.
As rodas tem diâmetro externo de 6″ e pesam cerca de 500 gr.
Nossas rodas encaixam perfeitamente em nossos espigões.
Preserve seu baixo e sua saúde.
É um absurdo fazer um enorme esforço carregando o instrumento poucos instantes antes de uma apresentação.
Usando nossas rodas para transporte de Contrabaixo, o próximo disco que você lançar não será um dos de sua coluna com hérnia :)
Surdinas para estudo.
Tarraxas importadas em chapa.
Tarraxas individuais.
Personalizamos tarraxas, como as mostradas acima.
Temos para 4 e 5 cordas.
Esse sistema foi idealizado, projetado e executado por Paulo Gomes.
É mais uma opção de escolha na encomenda da construção de um instrumento novo, mas o sistema também pode ser instalado em qualquer contrabaixo.
O braço é regulável (você pode mudar a altura das cordas em relação ao espelho simplesmente girando uma chave) e móvel (o braço pode ser retirado para caber num case muito menor que o case de contrabaixo comum).
Dezenas de contrabaixos, em várias partes do mundo, já estão usando nosso sistema.
Na foto, detalhe da noceta e cotovelo do nosso contrabaixo encontrado no lixo, com o sistema instalado.
Veja a história desse instrumento clicando aqui.
O contrabaixo construído para Marcos Machado foi feito com o sistema.
Veja esse baixo clicando aqui.
Exemplo de um instrumento antigo com nosso sistema instalado.
O braço fica acondicionado na tampa do case.
O corpo do instrumento fica dentro da capa, que será usada mais tarde para transporte local.
Marcos Machado com seu case, pronto para ser embarcado no aeroporto.
Nunca foi tão fácil e simples viajar com um baixo.
Você também pode ter esse maravilhoso sistema em seu contrabaixo.
Basta trazer o instrumento ao Atelier para uma avaliação das condições do braço atual de seu instrumento.
Normalmente é possível manter o mesmo braço do instrumento mas, se o braço tem problemas de medidas ou de ângulo, é mais indicada a troca do braço, mantendo-se a cabeça (inesto), para aproveitar o trabalho e corrigir problemas anteriores.
Esse sistema é muito melhor do que o uso de adjuster pois não existe nada entre a corda vibrante e o tampo do instrumento, apenas o próprio cavalete. Além disso o contato do braço no corpo é feito madeira com madeira e, portanto, a sonoridade do baixo não é afetada. Ao contrário, quando se instala o sistema se aproveita para corrigir a posição do braço, o que sempre melhora seu desempenho.
Por não modificar o comprimento da corda e, portanto, sua tensão, a mudança na regulagem do braço pode ser feita entre uma música e outra em situação de apresentação ao vivo ou estúdio, pois a afinação não é alterada.
Para quem trabalha em estúdio esse sistema é muito indicado pois uma música com passagens muito rápidas e difíceis fica mais fácil de tocar com as cordas mais baixas mas se a próxima música for um estilo de balada, por exemplo, e você quiser aquele som com uma pegada tipo Ray Brown, basta levantar as cordas ajustando o braço.
A possibilidade de se retirar o braço do instrumento, diminuindo seu tamanho, é outra vantagem.
Venha conhecer de perto o sistema desenhado por Paulo Gomes e feito com máquinas CNC de alta precisão.
Marque sua visita.
Ukulele
Até o ano 2020 já havia operado 5 dedos das mãos e o cotovelo esquerdo.
Antes de uma dessas operações, sabendo que teria que ficar sem trabalhar e tocar por algum tempo, resolvi fazer esse ukulele para poder brincar enquanto estivesse em recuperação.
Optei por um ukulele por ser muito macio, ter as cordas de tripa sintética e ser bom para acompanhar outros músicos, ou minha propria voz.
O ukulele foi feito com madeiras muito bonitas e com o tradicional selante à base de clara de ovos da liuteria italiana.
O início do processo de envernizamento e a Edna no trabalho pesado.
Criei esse modelo, pois não me adaptava a um instrumento igual ao violão, mas menor.
No modelo tradicional, o instrumento fica “dançando” sobre a perna e não há muito conforto. Nesse, as curvas encaixam perfeitamente ao corpo; a curva inferior na coxa e a superior no antebraço.
Dessa forma o instrumento fica parado na posição e as mãos ficam livres.
Como sempre, o Artur foi um dos primeiros a tocar o instrumento ainda quentinho.
Esse instrumento está no vídeo comemorativo dos 40 anos do Atelier e você pode vê-lo aqui.
Em julho de 2009, pouco antes de partir para mais um período de trabalho nos EUA, fiz um corte num dedo, ainda em São Paulo, e não poderia trabalhar por um tempo.
Aproveitamos essa situação adversa para fazer turismo. Nos divertir, uma vez que trabalhar não era possível.
Estávamos indo a uma exposição de cerâmicas, na rua 19 em Manhattan, quando nos deparamos com a cena acima.
A Edna foi a primeira que viu o instrumento na caçamba e o Artur me ajudou na busca por mais partes.
Imediatamente subi na caçamba e dei uma boa olhada no instrumento, um John Juzek (1892-1965) feito nos anos 1960 que, apesar de não ter braço, estava em boas condições.
Juzek fundou a Czechoslovak Musical Instruments Company em 1920.
Mais tarde a empresa passou a se chamar Metropolitan Music Company, já nos EUA.
Não havia nenhuma rachadura na região da alma, nem no tampo nem no fundo. Procurei pelo braço mas não encontrei.
Talvez tenha sido esse o motivo de o instrumento ter sido jogado fora.
O que será que aconteceu com aquele baixo antes daquele dia?
Muitas vezes, quando estou restaurando instrumentos muito antigos, alguns com mais de duzentos anos, deixo o pensamento viajar tentando imaginar toda a história até que chegassem no Atelier.
Recomendo o filme O Violino Vermelho, onde se pode acompanhar a trajetória de um violino, desde a sua construção, no século XVII até os nossos dias.
Seguimos com o instrumento por Manhattan até o apartamento na rua 24.
Algumas pessoas que passavam até tiravam fotos e riam.
No caminho eu já ia pensando em como faria a restauração e a aparência que gostaria de dar àquele contrabaixo desprezado.
Assim que cheguei no apartamento eu já tinha na cabeça tudo que faria com o instrumento.
Este seria o meu contrabaixo pois, além de excelente material, ele tinha uma história. E uma história incrível!
Um instrumento com essa história não poderia ser vendido.
Já estava decidido a montar o baixo com 5 cordas, usando um Dó agudo e braço móvel regulável.
Por uma dessas coincidências que acontecem, nós já conhecíamos o Rob Jusek, sobrinho do autor desse instrumento e que trabalha na Metropolitan Music.
Como o baixo não tinha braço, eu comprei um braço Juzek original, na Metropolitan. Desse modo eu teria um braço com a voluta original, ao invés de fazer uma, e o instalei usando nosso Sistema de Braço Móvele Regulável.
Esse sistema tem funcionamento perfeito e não se nota qualquer coisa diferente no instrumento.
É praticamente invisível.
Similar to an arrow quiver, the bow quiver allows you to have a safe place for quickly grabbing your bow and putting it away during playing, be it in concerts, in recording sessions or in practice.
It is a must have for orchestra players, because during breaks or long pizzicato sessions the bow is not laying over the music stand or any other inappropriate place vulnerable to accidents.
Our bow quiver is nylon made, which guarantees life-long durability. The inside is coated with a soft cloth which protects the bow and keeps it silent, which is appropriate for recording sessions. Usually leather made quivers scratch the varnish from the tip of the bow.
Installation is simple and easy, and the same quiver can be removed with the same ease. It ties to the tailpiece with nylon thongs.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
Esse sistema foi idealizado, projetado e executado por Paulo Gomes.
É mais uma opção de escolha na encomenda da construção de um instrumento novo, mas o sistema também pode ser instalado em qualquer contrabaixo.
O braço é regulável (você pode mudar a altura das cordas em relação ao espelho simplesmente girando uma chave) e móvel (o braço pode ser retirado para caber num case muito menor que o case de contrabaixo comum).
Dezenas de contrabaixos, em várias partes do mundo, já estão usando nosso sistema.
Na foto, detalhe da noceta e cotovelo do nosso contrabaixo encontrado no lixo, com o sistema instalado.
Veja a história desse instrumento clicando aqui.
O contrabaixo construído para Marcos Machado foi feito com o sistema.
Veja esse baixo clicando aqui.
Exemplo de um instrumento antigo com nosso sistema instalado.
O braço fica acondicionado na tampa do case.
O corpo do instrumento fica dentro da capa, que será usada mais tarde para transporte local.
Marcos Machado com seu case, pronto para ser embarcado no aeroporto.
Nunca foi tão fácil e simples viajar com um baixo.
Você também pode ter esse maravilhoso sistema em seu contrabaixo.
Basta trazer o instrumento ao Atelier para uma avaliação das condições do braço atual de seu instrumento.
Normalmente é possível manter o mesmo braço do instrumento mas, se o braço tem problemas de medidas ou de ângulo, é mais indicada a troca do braço, mantendo-se a cabeça (inesto), para aproveitar o trabalho e corrigir problemas anteriores.
Esse sistema é muito melhor do que o uso de adjuster pois não existe nada entre a corda vibrante e o tampo do instrumento, apenas o próprio cavalete. Além disso o contato do braço no corpo é feito madeira com madeira e, portanto, a sonoridade do baixo não é afetada. Ao contrário, quando se instala o sistema se aproveita para corrigir a posição do braço, o que sempre melhora seu desempenho.
Por não modificar o comprimento da corda e, portanto, sua tensão, a mudança na regulagem do braço pode ser feita entre uma música e outra em situação de apresentação ao vivo ou estúdio, pois a afinação não é alterada.
Para quem trabalha em estúdio esse sistema é muito indicado pois uma música com passagens muito rápidas e difíceis fica mais fácil de tocar com as cordas mais baixas mas se a próxima música for um estilo de balada, por exemplo, e você quiser aquele som com uma pegada tipo Ray Brown, basta levantar as cordas ajustando o braço.
A possibilidade de se retirar o braço do instrumento, diminuindo seu tamanho, é outra vantagem.
Venha conhecer de perto o sistema desenhado por Paulo Gomes e feito com máquinas CNC de alta precisão.
Marque sua visita.
This device allows the player to raise or to lower the string height without the need of a new bridge.
In a research conducted in Cologne, Germany, it was discovered that aluminium is the material that interferes the least in the instrument sound.
It is ideal for those who live in regions where there are sudden temperature and humidity changes. For instance, for those who live in Europe or North America, where there is a cold winter but the houses have heating, the instrument can suffer sudden temperature changes that can cause the strings to drastically change height, moving closer or further away from the fingerboard.
Although a simple device, the adjuster must be installed by a luthier specialized in the double bass and with experience in this job, because a poorly done installation could result in losing the bridge, damaging the instrument or in sound deficiency.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
Neste livro, “Artesanato na Música”, da Coleção Artesanato e Cultura, além da matéria com fotos e texto sobre nosso Atelier, a capa mostra a voluta de um de nossos instrumentos.
Estamos em meio a grandes artesãos brasileiros, nesse livro, o que é, para nós, motivo de orgulho.
Outro trabalho interessante sobre o assunto, e que também mostra nosso trabalho, é o livro ” LUTHIERS – Artesãos Musicais Brasileiros” de Carlos Roque,
que tem apresentação do professor Hans-Joachim Koellreutter.
Neste livro, nosso trabalho também é mostrado em meio ao de outros profissionais da construção de instrumentos e foi, na época, inédito no Brasil.
Report on Musical Instrument Restoration
Matéria sobre palestras realizadas nos EUA.
Abaixo uma coleção de algumas matérias publicadas na imprensa.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
Esse instrumentos está com a alma e a barra harmônica invertidas.
É para ser tocado por canhotos pois as cordas também estão invertidas.
Nesse vídeo o Maurício está tocando como destro.
Major Holley
“Examinei o Piccolo Bass feito por Paulo Gomes em 8 de maio de 1987 e tenho grandes expectativas para esse instrumento, além de um sentimento adicional de que o Sr. Paulo realiza uma grande contribuição no campo da luteria.
Quando esse baixo é tocado, ele é um tributo ao cuidado e carinho na construção desse instrumento para fazer música de qualidade.
Eu reforço a ideia de fazer excelente e maravilhosa música , e penso que o Paulo deverá ser consagrado.”
Gary Karr
“Paulo é um artista da mais alta categoria. Ele trouxe para a arte de construir contrabaixos uma sensibilidade e uma paixão penetrante que não apenas realça a beleza de nosso instrumento mas abrange o instrumentista também.
O mais eminente construtor de contrabaixos do Brasil e um dos maiores luthiers do mundo.
Estou honrado em conhecê-lo.”
Algumas opiniões de Gary Karr sobre o instrumento encomendado por ele:
“O verniz é realmente belo e de alta qualidade, como o dos antigos mestres.”
“…a madeira é excelente.”
“…é muito prático.”
“O som do baixo é como o de uma voz agradável.”
“…seu trabalho é muito artístico e reflete a alma de um grande mestre.”
“Obrigado por trazer esse baixo ao mundo e obrigado por deixá-lo enriquecer a minha vida.”
Jorge Helder
“Paulo Gomes é um grande artista.
Luthier refinado, único na construção de excelentes contrabaixos no Brasil, Paulo é também um músico e contrabaixista de muita qualidade, com uma boa técnica e ótima sonoridade.
Estou na fila esperando, muito ansioso, um contrabaixo feito pôr ele, que encomendei.”
Milton Masciadri (pai)
“Paulo, depois de visitar teu Atelier e ver teus magníficos trabalhos, creio firmemente que teus instrumentos serão um orgulho para ti e para o Brasil.
Meus melhores desejos de que sigas triunfando.”
Charlie Haden
“Paulo, você é um verdadeiro artista e constrói belos instrumentos.
Eu espero que um dia você possa construir um baixo só para mim.
Obrigado por sua generosidade.”
Célio Barros
“Quem me conhece sabe sobre minhas eternas exigências em relação à sonoridade do instrumento.
A capacidade notória de, continuamente, atender a essas exigências e expectativas, até superando-as, sempre foi uma característica que me chamou a atenção no trabalho do Paulo, o que lhe garante exclusividade para regulagem e manutenção constantes do meu instrumento.
O resultado desses anos de amizade é que, logicamente, já estou na fila de espera de um instrumento feito por ele para mim.”
Ron Carter
“Foi um prazer visitar seu Atelier e ver sua construção e restauração de contrabaixos.
Espero ouvi-lo tocar em breve.”
Edwin Barker
“Paulo, seu contrabaixo é muito bom! O artesanato é excelente e o timbre é muito equilibrado e macio.
Eu espero poder tocar mais seus instrumentos no futuro.”
Marc Johnson
“Querido Paulo, eu aprecio muito sua arte, seu amor e dedicação em seu ofício.
Muito obrigado por toda sua ajuda.
Talvez algum dia, eu possa possuir um de seus instrumentos também.
Desejo tudo de melhor a você.”
Ricardo Vasconcellos
“Paulo Gomes é um artista sensível, organizado e muito criativo.
Seus instrumentos refletem a ternura e a paixão com que se entrega à sua arte.
Tive o prazer de ser recebido em seu atelier por um amigável e generoso 4/4, num clima de muita musicalidade!”
John Patitucci
“Paulo, Deus abençoe você e sua linda arte.”
Henrique Autran
“Enquanto visitava a Expomusic em São Paulo, vi um contrabaixo lindo num estande da Thomastik.
Como não havia ninguém por perto, aproximei-me e fiquei admirando a madeira, o verniz, as proporções… Seria um italiano moderno?
Tinha o jeitão meio francês, também, aqueles ombros, o frame do encaixe do braço.
Fiquei curiosíssimo até que alguém me disse que o instrumento pertencia a Luiz Chaves. Eureka!!
Eu já tinha ouvido falar naquele contrabaixo: havia sido construído aqui mesmo pelo Paulo Gomes.
Trabalho de mestre. Parabéns!!”
Milton Masciadri (filho)
“Achei o trabalho do Paulo muito sério e dedicado.
Tive muita satisfação ao tocar o instrumento e fico aguardando, no futuro, a possibilidade de tocar novamente num destes instrumentos.”
Tony Marino
“Por ser um baixista que viaja muito, desejando sempre saber sobre os mistérios do baixo, cair nas mãos de Paulo Gomes foi como achar os portões de céu!
Tocar um ótimo baixo feito por ele é uma raridade!
Ver, sentir, cheirar e escutar a madeira sendo preparada pelo mestre luthier, também um bom baixista foi gratificante!
Agradeço ao Paulo por sua perícia, calor e respeito!
Sou um amigo muito agradecido”
Evaldo Guedes
“Paulo Gomes sem dúvida entrará para história dos renomados construtores de contrabaixo do planeta.
A arte da luteria vem sendo aprimorada por ele, há mais de vinte anos.
Com design moderno e acabamento perfeito, faz de seus instrumentos os melhores do Brasil.
Eu mesmo tive a oportunidade de constatar isso em uma performance de música instrumental no Sesc Paulista.
Parabéns Paulo.”
Roger Hines
“Eu sei que meu baixo está sempre sendo tratado com o maior cuidado quando o deixo em suas mãos.
Acho seus baixos muito bonitos.
Eles são um trabalho de habilidade excelente combinado com muito amor.”
Jeff Carney
“Paulo Gomes é um jovem mestre de uma arte que parecia estar, infelizmente, em declínio.
Eu sinto que seu trabalho é uma importante contribuição e continuação nesse campo.
Senti que seu baixo Piccolo tem uma resposta extremamente boa, inclusive em todos os registros e é uma intrigante adição à família do contrabaixo.
Desejo a ele muito sucesso.”
Avishai Cohen
“Paulo, obrigado por construir contrabaixos”
Paulo Gomes nasceu em São Paulo, no dia 7 de agosto de 1960.
Aos 12 anos comprou seu primeiro LP e, desde então, percebeu que seu futuro seria ligado à música.
Aos 14, começou a tocar baixo elétrico e formou algumas bandas de garagem.
Aprendeu teoria musical com o maestro Olivier Toni e ingressou na Academia Paulista de Música e Arte, onde iniciou seus estudos no baixo elétrico.
Aos 16 anos já se apresentava profissionalmente nas principais casas de São Paulo, atuando até o final da década de setenta e o começo dos anos oitenta.
Mais tarde, aos 18, começa a tocar o contrabaixo acústico, sendo aluno de Sandor Molnar no Conservatório do Brooklin Paulista.
Nesse mesmo período torna-se aluno se Nico Assumpção, que morava perto de sua casa e já era seu amigo.
Paulo Gomes, em show realizado em SP no início dos anos 80, tocando um basseto construído por ele mesmo.
No Conservatório de Tatuí, continuou seus estudos com os professores Sandor e Nikolaus Schevistschenko e tornou-se aluno do mestre luthier Enzo Bertelli.
Enzo Bertelli, natural de Verona, Itália, foi o melhor luthier a atuar no Brasil no século XX.
Estudou com seu amigo, Luiz Chaves (na época no Zimbo Trio), fez curso de música digital com Wilson Sukorski e de harmonia com o professor Claudio Leal.
Atuou em Orquestras e Bandas Sinfônicas, grupos de Jazz, Bossa Nova, Rock’n’roll, Música Contemporânea e MIDI, entre outros estilos.
Fez parte do grupo Devas do violonista Carioca, da Royal Jazz Band, All Blues Jazz Trio e vários outros grupos, em apresentações na TV, rádio e gravações.
Fez algumas trilhas sonoras, deu aulas particulares e lecionou contrabaixo elétrico e acústico no conservatório do Morumbi.
A evolução de seu trabalho como luthier o leva a se dedicar quase que inteiramente a essa arte e a música se torna um hobby, praticado em casas noturnas.
Com menos de uma década de trabalho, Paulo Gomes já começava a ser reconhecido pelos melhores contrabaixistas do mundo, como Major Holley e Ron Carter, entre de outros.
Em 1992, Paulo recebeu em seu Atelier seu mais célebre visitante na área da música erudita, o mundialmente aclamado “melhor solista de contrabaixo do mundo” (Time Magazine), Gary Karr.
O professor Karr, que dirige a Karr Doublebass Foundation desde 1983, teve a oportunidade de tocar um contrabaixo, ainda sem verniz e em fase final de construção, ficando impressionado com o alto nível do trabalho artesanal e sonoridade do instrumento.
Gary cumprimentou entusiasmado o artesão …“the finest bass-maker in Brazil and one of the greatest luthiers in the world”… escreveria mais tarde.
Por fim, o professor Karr encomendou um instrumento ao Atelier de Paulo Gomes, o que é, sem dúvida, prova de reconhecimento maior que qualquer elogio.
Veja mais sobre esse instrumento, entre outros construídos para verdadeiras feras, neste site.
Em 2005, foi convidado a ir aos EUA para trabalhar na restauração de alguns instrumentos, realizar palestras sobre luteria e analisar a possibilidade de instalar um Atelier.
A viagem foi um sucesso e ele montou um Atelier em Nova York, onde trabalhou por alguns anos, nos meses de outono no hemisfério norte, até o triste espisódio do furacão Sandy, que destruiu parte da casa.
O Atelier foi instalado na propriedade do amigo e colecionador de instrumentos, Jack Nowinski.
Durante esse período, Paulo fez o oposto do que era feito até então.
Se, no passado, os bons instrumentos eram levados do Brasil, para serem vendidos no exterior, Paulo trouxe para nosso país instrumentos e material de qualidade.
Esta é a casa. Um local muito tranquilo e a 100 metros da praia.
Jack Nowinski. Colecionador e conhecedor de instrumentos.
Infelizmente, a pessoa com maior conhecimento sobre instrumentos musicais, com quem Paulo teve a oportunidade de conviver, e mais um grande mestre em seu aprendizado constante, faleceu em 2016.
Jack possuía milhares de instrumentos, dos mais diferentes tipos, nessa casa.
Alguns baixos de Nova York aguardando restauração.
Paulo Gomes ministrou palestras em várias partes do Brasil.
No exterior também ministrou palestras sobre manutenção e restauração de instrumentos, destacando-se a realizada na University of Southern Mississippi, em Hattiesburg, onde também restaurou alguns instrumentos da universidade.
Poster de divulgação.
Em 2006, foi convidado a visitar o Museu Metropolitan e conhecer a sala de restaurações, nos bastidores, onde poucas pessoas têm acesso, além das salas de exposição.
Foi recebido por Stewart Pollens, na época o restaurador de instrumentos do museu, autor de vários livros e autoridade no campo da luteria.
Entre conhecedores como Stewart Pollens, Ken Parker e Jack Nowinski.
Um dia inesquecível de pesquisa e aprendizado.
Um momento de muito prazer, orgulho e responsabilidade para qualquer luthier.
A honra de manipular um autêntico Stradivari.
Este violino, construído por Antonio Stradivari em Cremona em 1693, é conhecido pelo nome “The Gould” e estava avaliado em 3 milhões de dólares.
Paulo relatou, em entrevista da época, que aquele havia sido um dos dias mais importantes de sua carreira, pela qualidade das pessoas que o acompanhavam e pela oportunidade de estudar aqueles instrumentos maravilhosos.
Para se ter uma ideia, depois de ter manipulado um Stradivari no passado, se passaram 24 anos para que tivesse outro em suas mãos novamente.
É sabido que Paulo é especialista em contrabaixos, mas muitos luthiers de violino passam a vida toda sem nunca ter essa oportunidade.
O valor dessa experiência, para um luthier, é imenso.
Paulo com seu filho, Artur, em 2021.
Trabalhando desde 1980 no campo da luteria, Paulo Gomes constrói seus instrumentos apenas sob encomenda e utilizando material importado de primeira qualidade. Uma carreira única no Brasil e rara no mundo.
Dirige o único atelier no Brasil especializado em contrabaixo acústico e que constrói instrumentos escavados dentro da técnica italiana, adquirida de seu mestre Enzo Bertelli e desenvolvida na especialização no contrabaixo durante décadas.
Criador dos próprios modelos, músico e com a vida totalmente dedicada ao desenvolvimento do contrabaixo, sob todos os aspectos, atende em seu Atelier desde iniciantes até aos melhores contrabaixistas do Brasil e do mundo e seus instrumentos podem ser ouvidos em gravações e concertos ao vivo.
Paulo Gomes coloca o Brasil no primeiro mundo, no campo da construção artesanal de instrumentos.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
O áudio foi captado pelo microfone do celular.
Para avaliar melhor a sonoridade, recomenda-se uso de fone de ouvido ou de amplificador de áudio.
O melhor mesmo é vir ao Atelier e tocar os instrumentos disponíveis.
Adjuster de alumínio para cavalete.
Com essa peça instalada, a altura das cordas pode ser regulada e modificada, sem a necessidade de trocar o cavalete.
Em pesquisa realizada em Colônia na Alemanha foi constatado que o adjuster de alumínio é o que menos interfere na qualidade sonora do instrumentos.
Ideal para quem mora em regiões de variação rápida e constante de temperatura e umidade. Em locais como os Estados Unidos e Europa é recomendável o uso pois quando existe neve e frio intenso os locais fechados possuem calefação e o aquecimento artificial produz uma variação muito rápida e causa muita diferença na altura das cordas em relação ao espelho. Às vezes as cordas chegam a encostar no espelho nessas condições.
Apesar de ser uma peça simples, a instalação do adjuster deve ser feita por um luthier especializado em contrabaixo e com grande experiência nesse tipo de trabalho pois uma instalação mal feita pode causar a perda do cavalete, danos no instrumento ou deficiência sonora.